Os nossos conselhos

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O que fazer quando parece que nos esquecemos de como procurar a nossa cara-metade

Passados os 30, 40 e mesmo os 50 anos, muitas pessoas estão sozinhas, não por escolha, mas por circunstâncias da vida, e não há alternativa senão a de lidar com esse facto com a melhor disposição possível. Alguns estão sozinhos após uma separação ou divórcio de um casamento de vários anos, outras pessoas podem ter perdido o seu cônjuge e estão tentando superá-lo, ou já superaram a sua perda, outros, porém, vivem-lo como um momento de liberdade, já que estão isentos de certas responsabilidades, como os filhos ou sobrecargas laborais. Nestes casos, muitas pessoas procuram satisfazer as suas necessidades emocionais, e em particular, encontrar a sua alma gémea a quem amar e com a qual sentir-se amado.

E uma coisa é desejá-lo e outra é fazê-lo realidade. Assim que a primeira coisa que vamos fazer é definir exactamente o que queremos. Quando fazemos a pergunta: Quem quer ser feliz?, todo a gente levanta a mão, mas quando perguntamos como,. a questão começa a ser menos clara. Se ao cérebro não lhe dizemos especificamente o que nós queremos, dificilmente poderá fazer-lo realidade. Por exemplo, é como dizer vamos comer, mas o quê? Se especificamos um pão com manteiga, um pouco de queijo e chouriço, economizamos tempo e seremos mais eficazes em procurar o que nos faz falta para conseguir esse objectivo. Transferindo o tema ao amor, embora à primeira possa parecer evidente, os elementos envolvidos numa relação são: nós próprios, o outro, bem como o relacionamento entre as duas pessoas, e devem ser analisados separadamente para que possam tornar-se um só. O mesmo acontece com a sanduíche que íamos comer.

Assim, ao pensar sobre nós próprios, faremos um repasso desde como se é agora mesmo:
• o que você desejaria alterar (novo estilo de roupa? Novas actividades?)
• o que pode ser alterado ( "eu quero ser como Bill Gates, mas eu sou assalariado ...")
• como se relaciona com os demais (eu sou simpático? Sei ouvir? Tenho paciência? Qual é o meu nível de tolerância?
)• o que se quer obter de um relacionamento ( "eu quero que me beijem e acariciem com frequência", "quero espaço para praticar os meus passa-tempos", "eu quero rir e fazer actividades divertidas", etc.)
• Acredita que pode oferecer algo à outra pessoa, e que são essas coisas em que nos consideramos bons ( "Sou calmo", "cozinho maravilhosamente", "eu entendo muito de música", etc.)
• como quer ser amado ( "gostaria que a outra pessoa valorizasse - o que consegui no meu trabalho, como eu criei os meus filhos, as minhas habilidades x, y ou z, etc.)
• ou como sabe e quer amar( "eu gosto de mostrar à minha cara-metade todos os dias que a amo", "a minha cara-metade é como é, e sou eu quem tem que decidir se quero estar com ela ou não", etc.) entre outras.

Definiremos como esperamos que seja o outro, com uma espécie de protótipo que irá ajudar-nos a focarmos rapidamente no tipo de pessoa que estamos procurando:
• fisicamente (alto, baixo, é-me indiferente? careca, cabelo loiro, castanho, é-me indiferente? Magro, gordinho, atlético, com curvas, é-me indiferente?, etc.)
• profissionalmente (trabalha no ramo da ciência, letras, trabalhador independente, com ou sem estudos, de que tipo, trabalho intelectual ou físico, é-me indiferente?, etc.)
• economicamente (que tenha o suficiente para viver, que tenha bastante dinheiro, que tenha pouco dinheiro, ou é-me indiferente? etc.)
• hábitos (que goste de se levantar cedo, que fume ou não, que seja muito ordenado, que seja limpo, que faça ou não as tarefas domésticas, etc.)
• pessoalmente, espiritualmente, etc.

Sobre a relação em si mesmo é de particular importância definir o que neste momento nos faria sentir melhor:
• uma relação que começa como uma amizade, com tempo para conhecer-se.
• uma relação estável, desde o início.
• uma relação para sair nos tempos livres.
• uma relação para os fins de semana, etc.

Quando tenha definido desta maneira aproximada o que quer encontrar, você já poderá sair à procura do mesmo. E os seguintes ingredientes necessários são uma atitude aberta, que demonstre que queremos conhecer outras pessoas e que os outros nos conheçam, e perder o medo aos demais ou ao que possam querer. É melhor ser simplesmente como é, é a maneira mais fácil de ter a certeza de ser aceite incondicionalmente, e, evidentemente, entender que está bem querer encontrar a nossa alma gémea, não há nada de errado com isso, nem em nós nem nos outros. Às vezes parece que temos demasiado pudor em admitir que nos gostaria apaixonarmo-nos, contudo quase todos querem amar e ser amados. Muitas vezes é um sonho tão intimo, que queremos protegê-lo com tanto amor, que nós mesmos impedimos a possibilidade de que aconteça. "Está bem" é uma palavra que repetiremos uma e outra vez, como também está bem dizer que não e que nos digam que não (com amabilidade e consideração, por favor), e está bem, muito bem, tentá-lo, e especialmente não desistir até que se consiga.

Assim que, uma vez que já tenha decidido o que quer, e como o quer, relaxe-se, aceite-se a si mesmo e aos demais. Aceite as decisões que se tomem, divirta-se aprendendo com o difícil que é adaptar-se a alguém, e o difícil que é dizer por vezes que não, e não perca de mente o que se propôs encontrar. Esperamos que nos vá contando o que lhe vai passando. Vá em frente e boa sorte!

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