Umas quantas formas de amor qual é a sua?

Ao começar a jogar no jogo do amor ou das relações afectivas, já vimos que é importante ter em conta, em primeiro lugar, qual é o próprio conceito de amor para poder estar atento a qual é o da outra pessoa, que nem sempre coincidem com o que temos nós próprios. Quando se começa uma relação unicamente a partir da perspectiva própria, as probabilidades de falhar e errar aumentam exponencialmente.
Neste artigo, apresentamos vários modelos de amor, para que decida ou identifique qual é a que já viveu e não quer voltar a viver, qual gostaria de ter a partir de agora, ou qual foi a que marcou mais a sua vida emocional, para o melhor ou para o pior.

"O amor é confuso"

Existem relações em que se começa com toda a boa vontade de ambas as partes pensando que se trata de amor verdadeiro, porém, muitas vezes levam-nos a entrar em compromissos pelas razões erradas. Uma de essas razões é frequentemente a escolha do parceiro atendendo unicamente à beleza externa, assumindo que o resto das características positivas da personalidade vão unidos a ela. Na psicologia isso é conhecido como o "efeito halo", pelo qual atribuímos, a partir de uma só qualidade, um conjunto de qualidades gerais, tanto positivas como negativas. À medida que desaparece esta beleza, aparece proporcionalmente o desencanto, a não ser que existam outros motivos que nos vinculem a esta pessoa.
Outra forma de confundir-se no amor é assumindo compromissos muito cedo, compromissos que deveriam fazer-se num estado mais avançado da relação, quando já se conhece o outro e se está convicto de quer seguir em frente com ele. Além disso, comprometer-se muito cedo tem a desvantagem de que, se você é uma pessoa de palavra, acabe sendo quase impossível voltar atrás no prometido, e entre em relacionamentos com uma data de expiração antes do tempo, mas com permanência indefinida, a não ser que o destino e o acaso colaborem um pouco. A frustração aparece em ambos os casos, produz um profundo estado de confusão, pois as relações iniciadas resultam não ser de amor, mas grandes erros, que são uma consequência directa de uma selecção pelas as razões erradas.

"O amor é tranquilo"

Há também amores que surgem quase de uma forma imperceptível, com uma cadência rítmica, sem pressas mas também sem pausas, e de uma forma equilibrada e saudável. São pessoas que se conhecem, se atraem, se compenetram, dão um tempo prudencial, comprometem-se, e são felizes de uma forma natural e espontânea, com um amor rítmico, enriquecedor e não carente de paixão.

"O amor faz sofrer"

Um conceito que gostaríamos de ajudar a mudar está relacionado com que o amor faz sofrer. Em contraste com os amores de qualidade, as relações que surgem com base na impetuosidade, na ambiguidade, na interpretação errónea de sentimentos ou na manipulação por qualquer uma das partes, dificilmente se pode chamar de amor. Achamos familiar esse amor que resulta e surge de um momento de uma incontrolável atracção, mais orientada pela paixão do que pela razão, e que se crê por vezes tocar o êxtase. Assim, com a mesma rapidez que surge a paixão, aparecem também os mal-entendidos, as paradas súbitas, o choque e estupefacção pela retirada de uma das partes, a dor produzida pela ruptura de um sonho, e a decepção quando a realidade revela uma relação impossível construída sobre o desconhecimento da outra pessoa. A dor torna-se ainda mais profunda quando se começa a justificar condutas injustificáveis que vão contra os nossos valores mais sólidos e que faz com que se inicie uma lenta agonia que não tem nada haver com amor.
Tratam-se de amores impulsivos e baseados em expectativas irrealistas e em promessas vazias ou de difícil realização, que rapidamente se transformam em forma de desamor. As pessoas imprudentes, como de costume, são incapazes de responsabilizar-se pelas consequências dos seus actos, das suas promessas e das suas palavras. Estas procuram um perdão com um falso arrependimento e com uma justificação absurda das suas reacções, aprofundando mais nas feridas provocadas, e pretendendo sair impunes daquilo que eles mesmos provocaram.

 Ver todos os artigos

Encontre os solteiros que
lhe correspondem verdadeiramente

  • Faça gratuitamente o nosso Teste de Afinidade
  • Descubra a sua selecção de solteiros
  • Entre em contacto

Ajuda em linha

Encontre todas as respostas
às suas perguntas: